domingo, 28 de março de 2010

Foto - Em Benedito Novo - SC - Brasil na década de 1950 -



Em Benedito Novo - SC - Brasil na década de 1950


De pé –
da esquerda para a direita: Vovó Kelermann, Vovó Maus –

à frente , de pé+ Waly Klitzke (filha do garapeiro), Vovó Beker, Wily Döege (tomando garapa), Mina Kelermann ( esposa do padeiro), Vovó Gertrudes Blosfeld Uber – atrás dela= Bruno Maus ( filho do delegado) Emma Klitzke (dona da garapeira), Dona Lala Murara –

atrás dela Euclides Longo (menino), Irmgard Hansen, Irene Slama, Beatriz Moser (de saia com alça) – atrás dela = Edgar Klitzke (filho do garapeiro), Linda (empregada de Dona Lala Murara, Ane Maus (filha do delegado – Irmã do Bruno) –
na frente, de pé = Hildegard Klitzke (irmã do Edgar), Rudolf Klitzke (dono da garapeira) de chapéu, atrás de Ane Maus. Sentados = da esq para a direita Edite Kelermann (na cadeira), Izabel Iracema Uber (de pé), Anita Longo (sentada),
Doracy Lourdes Uber( de pé, encabulada) – atrás dela = Clotilde Longo, Aldo Murara (sentado) “Pingo” atrás dele Thereza Uber, Murita Neves Uber ( sentada), Laura Longo (de pé), Cornélia Longo (sentada).

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Observação:
Laércio Beckhauser conheceu diversos personagens desta foto antiga.
Clotide Longo foi madrinha de batismo, juntamente com Mario Moser,  de Laércio Beckhauser em 1949, na localidade do Rio Rosina, em Benedito Novo, consoante Lídia Campestrini Moser, esposa de Mário Moser.

Anita Longo foi professora de Laércio, no terceiro ano primário,  Laura Longo no quarto ano, no GRUPO escolar  ESCOLAR TEÓFILO NOLASCO DE ALMEIDA.
  1. Pingo, Aldo Murara é amigo de Laércio Beckhauser bem como a sua mãe, Lala Murara era amiga da família Beckhauser que morou em Benedito Novo e a Professora Jurema Fogaça Beckhauserhttps://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjuvEyMNOnu5voEnoYUF7OWdH8hhZOiSR244xI4CaRmIwbYOrFJsl5gKNUrLeFDCHCJjt_MUBg5-dRpXQ9s9EjJAFYk4oElskspCya4w8gWbBox2st58L8XwTn8QqWomfsuMc3BOZIiUBQ/s320/jurema.jpg era amiga de todas as pessoas desta foto.
  2. http://img2.orkut.com/images/milieu/1256494025/1256521585025/358336081/ep/Z1nxmcn7.jpgAgostinho e Jurema Bevkhauser
  3. Casa em Benedito Novo - SC - Brasil
  1. https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhpvSVJ-3059VHr2gU9_elji-2oZEbYgkFWf48JTHH5ZcoF_so2k6uB2LaAYtsFUrUFq3I9kdYo8n6gwy3M4KzXPr13E-3hQqOwwlehJOobuCDgsO3i3j9zSUa8-pt-tTQ9aDpguGkqyTw/s320/Jurema+e+Agostinho+Beckhauser+e+Maria+Vieira+,+Ema+,+Ana+Maria+e+outros+1941paint.JPGFoto em Armazém, SC, noivado de Jurema e Agostinho Beckhauser em 1941 - Em 1944, Jurema e Agostinho  fixam residência em Benedito Novo, SC e vai exercer o magistério estadual como professora.
  2. HISTÓRIA QUE A VIDA CONTA...
    Professoras e Princesas Afins!

    Duas professoras e seus filhos!

    Professora Jurema e Maria fizeram história em Armazém - SC
    e seus filhos Laércio e Adauto fazem
    A HISTÓRIA DA FAMÍLIA BECKHAUSER NO BRASIL



    Era uma vez duas amigas professoras que moravam numa pequena cidade do interior do Brasil.

    A Jurema Fogaça era amiga da Maria Vieira e ambas eram professoras.
    Casamento

    de Agostinho e Jurema Beckhauser - Armazém - 1941
    Eram jovens e sonhadoras que desejavam encontrar, em 1940, em terras catarinenses, seus príncipes encantados.

    A Jurema Fogaça , natural de Tubarão, SC, se formou na "Escola São José", de Tubarão e foi dar aula na localidade colonizada por alemães, em Armazém, SC.

    Lá, existia uma família alemã, denominada Beckhauser e o jovem Agostinho Beckhauser, com 21 anos, começou a namorar a jovem professorinha, Jurema Fogaça.

    Maria Vieira era confidente sentimental de Jurema e notou os fortes predicados amorosos nos familiares Beckhauser,s.

    Por esta data, Gabriel Beckhauser, tio de AGOSTINHO, ficou viúvo e seus olhares e interesses foram para a PROFESSORA Maria Vieira, AMIGA DA JUREMA...

    As afinidades e os laços amorosos destes entes se fortificaram.

    Jurema Fogaça e Agostinho Beckhauser namoraram e se casaram em 1941,
    e posteriormente surgiram filhos deste casal e um deles foi denominado como Laércio Beckhauser.

    Maria Vieira e Gabriel Beckhauser, namoraram e se casaram e posteriormente surgiram filhos deste casal e um deles foi denominado como Adauto Beckhauser.

    E então...
    a história dos Beckhauser,s continuou, creceu, se multiplicou e se perpetua até nos dias atuais!

    Laércio e Adauto cresceram, estudaram...
    Laércio e Adauto cresceram, estudaram, encontraram e encantaram suas princesas e se casaram, tiveram filhos e foram coletando os dados históricos e fotográficos dos Beckhauser,s por décadas...
    Assunto:

    Rudi Beckhauser no evento de lançamento do livro dos Beckhauser,s, 
em J
    Coordenaram em diversos anos, inúmeros encontros familiares dos
    Beckhauser,s & Afins.
  3. Veja o site abaixo:
  4. http://www.familiabeckhauser.com/
============================================================ Dados de Agostinho Beckhauser detalhados:

Nascimento: 17 Janeiro 1917 - Armazém - SC
Nasceu em 1917 em Armazém,
Santa Catarina Brasil (sul do Estado de SC).

Em 1941, foi morar em Benedito Novo (na época pertencia ao município de Rodeio).

Em 1961 fixou residência em Salto Weissbach, Blumenau, SC. (Idade aprox. 0-44)

Cidades onde morou:
Armazém - Benedito Novo e Blumenau (cidades de Santa Catarina).

Serviu o Exército Brasileiro, em 1939,
na cidade de Curitiba, Paraná - Brasil.

Agostinho nasceu em Armazém/ Faleceu em Blumenau

Número de Filhos

Teve cinco filhos com a primeira esposa , Jurema Fogaça, (Professora), denominados: Lorival, Liene, Laércio, Leomar Carlos e Luís Sérgio.(LaLeLiLoLu).

No segundo casamento, teve mais três filhos com a segunda esposa Bernardete Coelho (Técnica em Enfermagem), denominados:
Lincoln, Liane e Lucas.

Em vida, conheceu 11 (onze) netos que estiveram presentes ao seu sepultamento em 17 de set/2001, em Blumenau, SC.

Religião

Foi batizado na igreja católica mas gostava muito de ler as obras espíritas de Francisco Xavier.

Última residência:
Blumenau - Bairro de Salto Weisbach

Sepultamento
Blumenau - SC - Cemitério da Rua São José, Centro.

...
Veja os sites para mais dados...

www.familiabeckhauser.com
e
www.familiabeckhauser.com.br

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Cachoeira Veu de Noiva - Benedito Novo
Cachoeira Veu de Noiva - Benedito Novo
HISTÓRIA DA CIDADE A origem da cidade e do nome de Benedito Novo é a mesma: um casal bem conhecido na região de Timbó e Carijós (hoje Indaial) teria enviado seu filho, Benedito, em 1876, para estabelecer-se na localidade. Em 1923 aparecem novos moradores, imigrantes italianos. Dez anos mais tarde chega um grupo de alemães e de poloneses. Entre 1934 e 1961, ano da emancipação, Benedito Novo pertenceu a Blumenau, Timbó e Rodeio.
Significado do Nome
Versão documentada:
Segundo registros, do Professor Julius Scheidemantel e do Pastor Nelson Weingäertner, constam referências sobre “O Rio Benedito ou Benedicto” - Benedicto em latim significa “o abençoado”. Assim, devido a sua riqueza em peixes, esse seria o responsável pelo nome da cidade Benedito Novo.
No início da colonização, segundo documentos depositados na pedra fundamental da Igreja Evangélica Luterana de Benedito Indaial, as novas terras demarcadas receberam o nome “Benedito Linha Nova”. Mas já em fins de 1890 esta denominação foi alterada pela primeira e última vez em Benedito Novo. Existe ainda uma outra formulação do nome, em lugar de “Beneditto Novo” também era corrente “Benedicto Novo”.

Versão popular:
Segundo a versão popular o nome do município de Benedito Novo originou-se da homenagem dos fundadores a um escravo foragido, de nome Benedito, uma pessoa muito generosa e prestativa. Benedito era filho do velho Benedito.
O casal Benedito, residente na localidade de Carijós (Indaial), tinha vários filhos, e um deles veio residir em Benedito Novo. Esta denominação surgiu pelo modo de designar a região onde residia Benedito. O pai Benedito tinha uma canoa com a qual servia a comunidade e navegava pelo Rio Benedito - dado esse nome justamente por ele conhecer muito bem o Rio.
Benedito, o novo, “filho” do velho Benedito, pode ter sido muito útil aos, considerados, pioneiros da fundação do Município: Joseph Peyerl, Johan Maus e Anton Werling. Exímio canoeiro, auxiliou os imigrantes, que, em agradecimento à ele, nomearam o local com seu nome.
Diz-se também que o velho Benedito subiu o Rio Benedito e ao chegar denominou a localidade, com o nome de Benedito Novo em homenagem a nova conquista realizada.

Aniversário da Cidade
29 de Dezembro 
hspace=0 CARACTERÍSTICAS
A cidade aposta no turismo ecológico e tem em seus moradores os mais ferrenhos defensores da natureza.

Clima
Mesotérmico úmido, com verão quente

Temperatura Média
25° C
hspace=0 COMO CHEGAR
A partir da BR-470, acessar a SC-418 até Pomerode e seguir pela SC-417.
Localização
Médio Vale do Itajaí, na microrregião de Blumenau
Limites
Ao Norte com os municípios de Doutor Pedrinho e Rio dos Cedros;
ao Sul com os municípios de Ascurra, Ibirama e Rodeio;
a Leste com os municípios de Rio dos Cedros, Rodeio e Timbó e,
a Oeste com os municípios de Doutor Pedrinho e José Boiteux.

Acesso Rodoviário

BR-470, SC-418 e SC-417
Distâncias
178 km da Capital
hspace=0 TURISMO
Benedito Novo situa-se ao longo da bacia do Rio Benedito, numa região de relevo acidentado. Seus belos recantos e atrativos naturais, como cachoeiras com mais de 100m de altura, possibilitam o desenvolvimento do turismo ecológico. Ciente do tesouro que possui, a população local protege o meio ambiente. Os moradores também contribuem para a melhoria do aspecto da cidade, plantando flores em seus jardins. Merecem visita a Gruta de Santo Antônio, que tem 150m de profundidade, e diversas quedas dágua: o Salto Ribeirão Zinco, 72m de altura; o Salto Ribeirão Liberdade, 65m de altura; o Salto Ribeirão Tigre, 35m de altura, ladeado pela Capela de Santo Estanislau, encravada na montanha; o Salto Ribeirão do Couro, 35m de altura, na Barra São João, que tem também uma antiga Igreja. No Rio Santa Maria, maior afluente do Rio Benedito, situado num vale de características européias, encontra-se o Salto Santa Maria, circundado por vegetação típica das montanhas. A cidade possui ainda a reserva biológica Sassafrás, na Serra São João.
Principais Pontos Turísticos Igreja do Ribeirão da Liberdade
Construída em estilo enxaimel, esta igreja evangélica tem mais de 70 anos e localiza-se no Ribeirão da Liberdade.
Canoagem
Com rios bastante acidentados, Benedito Novo sedia vários campeonatos de canoagem.
Gruta de Santo Antônio
Localizada na Linha Santa Maria, possui 150 m de profundidade.
Serra São João
A serra de São João tem 900 metros de altura e abriga a Re-serva Biológica Sassafrás.
Quedas Dágua
As quedas d’água localizadas no município podem chegar até 70 metros de altura. São elas:
Salto Ribei-rão Zinco, Salto Alto Ribeirão Liberda-de, Salto Ribeirão Tigre, Salto Ribeirão do Couro, Salto Barra de São João e o Salto Santa Maria.

Serra São João

A serra de São João tem 900 metros de altura e abriga a Re-serva Biológica Sassafrás.

Capela de Santo Estanislau
Localizada a 3 Km do centro, fica encravada em uma montanha. 

Igreja do Ribeirão da Liberdade

Construída em estilo enxaimel, esta igreja evangélica tem mais de 70 anos e localiza-se no Ribeirão da Liberdade.

hspace=0 EVENTOS
 Agosto
- Festa da Paróquia São Roque e Campeonato Nacional de Canoagem.
 Novembro
- Festa das Tradições - Evidenciando as tradições do município, nesta festa encontra-se muita música, dança e gastronomia típica. O maior destaque musical fica por conta do Coral Italiano Poveretti ma Alegrettí.



hspace=0 Informações Úteis Prefeitura Municipal de Benedito Novo.
hspace=0 beneditonovo@beneditonovo.sc.gov.br
hspace=0 (47) 3385-0487



Publicado por Beckhauser em 28/03/2010 às 20h00
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sexta-feira, 26 de março de 2010

Curso de Oratoria em mar/ de 2010 em Joinville - SC - Brasil

COLeanos Paulino Travasso (vice) e João Pedro Woitexem (prefeito) de Araquari e vereadores  Marquinhos e Cris Bertelli

Neotti, Laercio Beckhauser, Altamir, Andrade e Jaime Geraldo Pereira

Clube de Oratória e Liderança - reunião de março de 2010 em Joinville - SC

Clube de Oratória e Liderança - reunião de março de 2010 em Joinville - SC


 Altamir, Raulino, Jaime, Zendron e Neotti

O Clube de Oratória e Liderança - COL Joinville – convida os membros do Conselho Fiscal, Conselho de Presidentes e Diretoria para a Reunião Extraordinária de Prestação de Contas 2009 e Planejamento de 2010. O evento aconteceu no dia 15 de março de 2009 (segunda-feira) a partir das 19h30 com a seguinte pauta:

19h30 – Recepção
19h45 – Abertura
20h00 – Comunicados de secretaria
20h10 - Prestação de Contas de 2009
20h20 - Planejamento de 2010
20h30 - Palavra Livre
21h00 - Confraternização
22h00 – Encerramento do evento

 Neotti, Altamir e Raulino.

Local: Lantipasti Massas, Rua Ministro Calógeras, 1398 (próximo ao 62 BI).
Jantar por adesão: R$ 25,00 mais despesas com bebidas.
Internet no sítio www.clubedeoratoria.org.br/ no link de “Reuniões”.

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Curso de Oratoria em marco de 2010 em Joinville - SC - Brasil

....Fotos dos instrutores e alunos


Instrutores (João Carlos - camisa amarela - Altamir Andrade - camisa azul) e +++ alunos.
Alunos:
Cesar Wachsmann Tavares Junior ,
Diogo Felipe Kretzer ,
Fernanda de Souza Farias ,
Luis Alberto Luckow ,
Mônica da Silva Robert ,
Wagner Wilson Böger ,
Daniel Domingos da Silva ,
Fábio Luiz Nunes


Beckhauser, distribuido Chocolate Caseiro Joinville
www.chocolatecaseirojoinville.com.br
aos alunos (em destaque) ...










Um dos instrutores, Altamir dando dicas...

Clube de Oratória realiza
primeiro curso do ano
O Curso Básico de Oratória e Liderança com Ênfase em Desinibição acontece de 22 a 26 de março em parceria
com a Udesc à rua Otto Boehm, 48 (ao lado da Fundema) na Fitej

Se a inibição é um
comportamento que
pode dificultar o crescimento
profissional e
até mesmo as relações
amorosas, a oratória
inadequada também
pode trazer grandes
prejuízos para toda uma
vida. Segundo os instrutores
do Clube de
Oratória e Liderança
(COL Joinville), que no
dia 10 de abril completa
31 anos e já formou
mais de 2500 oradores
em Santa Catarina,
São Paulo, Rio Grande
do Sul e Minas Gerais,
oratória é técnica.
De acordo com o
presidente Roberto Neotti,
os cursos da entidade
estão entre os
melhores do país por
darem ênfase à desinibição.
“As técnicas da
oratória são básicas,
simples e usadas em
discursos e apresentações
feitas por um líder
comunitário ou Presidente
da República”,
afirma o empresário.

Durante as vinte horas
do curso, distribuídas
em cinco noites, a
partir da metade da primeira
aula todos os alunos
são transformados
em auxiliares de instrutor.
“Essa interação dos
alunos é um dos pontos
mais positivos”, confirma
Danielle Rocha
Guimarães, 15 anos, de
Joinville,SC. A estudante
fez o curso ano
passado.
Profissional da área
da comunicação, Emerson
Dresch, 38 anos,
veio de Camboriú, SC,
todas as noites durante
uma semana. “Sempre
sonhei em ser um orador
profissional, como
tantos que assistimos
nos palcos e na mídia.
Com o curso percebi
que todos podemos ter
um bom desempenho
como oradores, e eu
mesmo também posso
chegar lá”, diz o palestrante
e divulgador.
Funcionária da Escola
de Gestão da prefeitura
de Hortolândia, SP, Silmara
Soares da Silva Oliveira
confessa: “Quando
me inscrevi não imaginei
ou não acreditava na mudança
logo após o termino
do curso. Me enganei,
pois hoje tenho certeza
que houve muitas mudanças
de comportamento,
de clareza nas minhas
palavras, sem falar, na
autoconfiança para falar
em público”.

Para esse ano três
cursos básicos estão
programados nos meses
de abril, junho e setembro
em Campinas, SP.
Em Joinville, março,
julho e outubro. Inscrições
podem ser feitas
pela internet no sítio
www.clubedeoratoria.
org.br ou pelo fone 47
3433-9121 em Joinville
e 19 3386-9622, em
Campinas.

Fonte:
http://www.bureau.com.br/edicaoatualojoinvilense.pdf

quinta-feira, 25 de março de 2010

Araquari vai perder ...royalties do petróleo.

Os royalties são meus e ninguém tasca


Mais de 150 mil pessoas participaram na quarta de um protesto no Rio de Janeiro, que reuniu políticos, empresários contra a mudança na legislação que prevê a distribuição dos royalties do petróleo. Com a  medida aprovada na Câmara, e que deve ser votada pelo Senado nas próximas semanas, Estados produtores de petróleo e cidades que tem instalações da Petrobras ou são cortadas por oleodutos saem perdendo. É o caso de São Francisco do Sul, Balneário Barra do Sul, Itapoá, Araquari e Garuva.
Fonte:
http://wp.clicrbs.com.br/eeucomisso/2010/03/19/os-royalties-sao-meus-e-ninguem-tasca/?topo=77,2,18

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Em busca de uma fatia maior dos royalties

Prefeitos de todo o país se reuniram hoje em Brasília para pressionar o Congresso a votar a matéria que altera a distribuição dos royalties do petróleo.

A medida, se aprovada, entra em vigor agora, e não a partir da exploração do Pré-Sal. A mobilização dos prefeitos ficou concentrada na emenda constitucional 387/2009, de autoria dos deputados Ibsen Pinheiro (PMDB-RS) e Humberto Souto (PPS-MG), que prevê uma distribuição uniforme das compensações financeiras pagas pelas empresas exploradoras de petróleo entre todos os municípios e estados.

Hoje a maior parte dos royalties é destinada aos estados onde estão localizadas as reservas, como Rio de Janeiro e Espírito Santo.

A Confederação Nacional dos Municípios defende que o petróleo é da nação, e os recursos devem beneficiar todo o país.

A votação da matéria está prevista para hoje. Caso seja aprovada, o Rio Grande do Sul, que recebeu em 2008 cerca de R$ 90 milhões em royalties, passaria a ter uma arrecadação cinco vezes maior.
Das 496 cidades gaúchas, apenas cinco teriam ganhos menores:
Tramandaí, Osório, Canoas, Imbé e Cidreira.

Situação semelhante em Santa Catarina.

O Estado recebe R$ 55,5 milhões em royalties e aumentaria o valor em quatro vezes. Dos 293 municípios, cinco teriam perdas: Araquari, Balneário Barra do Sul, Garuva, Itapoá e São Francisco do Sul.

Araquari terá ambulâncias


25 de março de 2010. | N° 714AlertaVoltar para a edição de hoje

SAMU

Araquari e Itapoá terão ambulâncias

A secretária de Estado da Saúde, Carmen Zanotto, participa hoje da solenidade de entrega de 23 veículos do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para Santa Catarina. Elas devem chegar ao Estado neste sábado. Para o Norte catarinense, serão entregues duas ambulâncias: uma para Itapoá e outra para Araquari.

Com estas aquisições, Santa Catarina terá 94 ambulâncias para atendimentos básicos e 22 ambulâncias de suporte avançado, que são estruturadas com UTIs móveis. “Com esta frota, vamos conseguir melhorar o tempo de resposta no socorro dos pacientes de todas as regiões”, afirma a coordenadora estadual do Samu, Cristina Pires.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência catarinense é pioneiro em diversas ações. Oferece cobertura à população por meio de centrais reguladoras, definidas a partir de negociações estabelecidas entre os governos federal, estadual e municipal. Em 2008, instalou centrais integradas de urgências, em parceria com os serviços de socorro da Polícia Militar e do corpo de bombeiros e garantindo agilidade no atendimento dos pacientes.

Construindo o futuro, Henrique Loyola* = Associação Empresarial de Joinville (Acij),



25 de março de 2010. | AN

ARTIGO

Construindo o futuro, Henrique Loyola*

Foi de Hermann Lepper a ideia de criar uma entidade de classe que representasse as chamadas “forças produtivas”, reunindo as principais lideranças do comércio e da indústria numa só entidade. Assim, em 1911 era fundada a Associação Empresarial de Joinville (Acij), numa Joinville com pouco mais de 20 mil habitantes que desbravava um novo ciclo econômico para tentar sobrepujar a herança agropastoril da antiga Colônia Dona Francisca e dar o salto para a sua nascente vocação industrial.

Nos anos 1990, conseguimos firmar convênio com a Câmara de Artes e Ofícios de Munique e Alta Baviera, da Alemanha, que viabilizou a participação da Sociedade de Cooperação Técnica (GTZ), empresa governamental encarregada de executar projetos de cooperação internacional do governo alemão em 130 países, inclusive o Brasil. O convênio com a Alemanha seria um importante instrumento ao desenvolvimento organizacional e de crescimento das associações comerciais. Tanto que teve início então o intercâmbio de técnicos e consultores que resultou em mudança nas entidades brasileiras, como a reforma de estatutos permitindo o ingresso de uma nova categoria de associado.

Nascia o projeto de fomento e desenvolvimento da micro e pequena empresa em Santa Catarina, com a formação de núcleos setoriais resultantes do convênio com a Alemanha, o que levou a Acij a criar o Conselho dos Núcleos para cooperação entre os diferentes ramos de atividades. Com a consequente expansão desses núcleos entre as associações parceiras, teve início o processo de tomada de decisão em conjunto, com o estabelecimento de objetivos e metas comuns em reuniões participativas. Esta iniciativa transformou as associações comerciais, aumentou o número de associados, ampliando-lhes serviços, benefícios e soluções.

O ingresso de pequenas e médias empresas na associação era fruto de uma tendência já detectada de que o aumento de empresas de pequeno e médio porte decorria do processo de globalização da economia. Com as grandes corporações racionalizando seus custos e operações para tornarem-se mais competitivas, havia uma demanda natural pela terceirização dos serviços para pequenos empreendedores.

O sistema de núcleos setoriais, hoje difundido além das fronteiras do Brasil, se fortaleceu e se disseminou também a partir da Fundação Empreender, visando a treinar e reciclar dirigentes de empresas, a exemplo de instituições como Dom Cabral, em Belo Horizonte, e Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro. Uma proposta até hoje avançada no que tange à capacitação empresarial em amplas frentes, além de preparar para a sucessão familiar nos negócios. Outra bandeira marcante nesta trajetória que vale a pena ser destacada é o fortalecimento da antiga Escola Técnica Tupy e o modelo de transformação que a levaria a tornar-se a Sociesc de hoje, atendendo à comunidade do Estado.

Sob o imperativo constante da renovação, a Acij chega aos 100 anos liderando as transformações não somente do meio empresarial, mas como uma alavanca determinante para construir a cidade e o Estado que merecemos e com que sonhamos. O desafio futuro continua no que tange à necessidade de permanente desenvolvimento organizacional como instrumento indispensável ao cumprimento da missão da associação. O objetivo de tudo isso é um só: fortalecer o empresário visando ao próprio crescimento.

* Presidente da Cia. Fabril Lepper e Fiação São Bento



Hermann e Helena

Hermann e a mulher Helena, que dá o nome ao tradicional e conceituado Hospital Dona Helena
Hermann Lepper,
fundador da Acij
Esteve sempre presente nos assuntos da cidade de 1880 a 1930
Apolinário Ternes
Hermann August Lepper chegou a Joinville, vindo da Alemanha, no dia 20 de maio de 1852. A colônia tinha, então, apenas 14 meses de vida. E Hermann August, só 10 anos de idade. Veio com os pais e mais quatro irmãos. Aqui nasceram outros irmãos, num total de 12, dos quais sobreviveram apenas nove. Foi um personagem austero e também um self made man, construindo uma dupla e vitoriosa carreira - como empresário e como político. Dos Lepper, foi o que chegou mais longe, se tornou o mais influente, o mais rico e fundou quase uma dinastia.
Participou da fundação dos bombeiros voluntários, em 1892; fundou uma das principais casas de comércio de Joinville, por volta do ano de 1880; criou a Fabril Lepper, em 1907; fundou e foi o primeiro presidente da Associação Comercial de Joinville, em fevereiro de 1911; sua mulher - Helena - criou um serviço especial de atendimento aos idosos, em 1916, que se transformou no Hospital Dona Helena de nossos dias. Foi político, transformando-se numa das principais lideranças do partido conservador em Joinville. Elegeu-se vereador e depois deputado provincial. Foi nomeado coronel da Guarda Nacional e exerceu, com plenitude e gosto, o papel de um dos mais influentes líderes de Joinville entre os anos de 1880 e 1930, quando faleceu, quase aos 90 anos de idade.



... ... ...

A empresa no ano de 1947. Quarenta anos depois de fundada já era uma das mais importantes da cidade


ACIJ - 90 anos
Em comemoração à passagem de seus 90 anos de fundação - no próximo dia 16 de fevereiro - a Associação Comercial e Industrial de Joinville, entre outros atos, programou a publicação de artigos especiais ao longo de todo o ano de 2001.
Sempre no último domingo de cada mês, neste espaço, serão publicados, de forma intercalada, seis ensaios biográficos de personalidades ligadas à vida empresarial de Joinville e seis ensaios sobre a evolução da economia no século 20. Os artigos serão de responsabilidade do historiador e jornalista Apolinário Ternes, autor de várias obras, inclusive uma "História Econômica de Joinville".



O COMEÇO
Hermann August Lepper veio da Alemanha, embarcando no porto de Hamburgo em março de 1852, com os pais, Moritz Heinrich Lepper, de 42 anos, e a mãe, Sophie Jaehnert Lepper, de 44 anos. Juntos vieram, além de Hermann, com apenas 10 anos de idade, os irmãos Henrique, com 12 anos; Hans, com sete anos; Frederico, com cinco; e Doris, com três anos de idade.
Em maio de 1852, a chamada colônia Dona Francisca tinha população de cerca de 500 pessoas. Não tinha 80 casas, e os moradores, na grande maioria, habitavam a chamada "área agrícola", ou seja, não moravam no "centro", ao redor da atual rua 9 de Março e nos poucos lotes "urbanos" espalhados no "Stadplatz", o "berço" da cidade. Os pioneiros viviam dias difíceis, enfrentando os mais inimagináveis obstáculos, do tempo inclemente, da água pouca, da comida racionada e das doenças desconhecidas do clima tropical brasileiro, às incertezas sempre presentes quanto ao "futuro" da modestíssima colônia.
Foi nesse ambiente difícil em todos os aspectos que Hermann August Lepper concluiu a infância e ingressou na vida adulta. Seu pai era homem de poucas posses, tanto financeiras quanto intelectuais. Vivia de serviços gerais de marcenaria, e mais não se sabe sobre o o pioneiro imigrante vindo das terras de Glückstadt.



O COMÉRCIO
Hermann, contudo, moço ainda iniciou sua carreira de "negociante". Foi no comércio que revelou seu talento, trazendo, de canoa, de São Francisco do Sul, artigos manufaturados para revender na colônia. Daqui, seguia de canoa cheia, levando produtos da terra para vender na "povoada" Babitonga. Levava ainda pessoas doentes, para atendimento médico na ilha, de forma que, pelo desprendimento e generosidade, não cativava apenas clientes para o modesto negócio que mantinha na colônia, mas, adiante, se viu dono de outra fortuna inesperada - de votos, que o guindaram ao papel de importante líder político da comunidade.
Com vocação para o comércio, Hermann evoluiu de forma rápida, transformando-se, pelo próprio suor, no maior negociante da colônia, rivalizando com outros "atacadistas" já estabelecidos, como os Schneider, os Stein, os Stock, os Richlin, que operavam empórios a poucos metros de distância. No início da década de 1880, Hermann havia consolidado sua "casa comercial", importando produtos da Europa, em particular da Alemanha.
Adquiriu áreas de terra no centro da cidade - a quadra inteira onde se localizava o Fórum, na confluência das ruas Dona Francisca e Princesa Isabel. A casa comercial se localizava onde hoje se encontra o Banco Santander, e sua residência logo ao lado da "escola alemã", que freqüentou na infância, ao lado da Igreja da Paz, na mesma rua Princesa Isabel. Para ambas, escola e igreja protestante, contribuiu sempre, das mais variadas formas. Foi, ao longo de toda a sua vida, um benemérito contribuinte das principais "causas da cidade", seja na área social, na área política ou na economia, diretamente. Tinha ainda uma grande área de terra do "outro lado do rio", onde se localiza a Fabril Lepper, fundada por ele em 1907.



A POLÍTICA
Comerciante poderoso, líder comunitário, sempre presente em todos os assuntos relacionados com a colônia que cresceu com ele, Hermann Lepper não poderia resistir ao "canto da sereia", cedo ingressou na política, participando do Conselho Comunal - a atual Câmara de Vereadores - exercendo mandato na quinta legislatura, entre os anos de 1883 e 1887. Antes, já fora juiz de paz e subdelegado de polícia.
Na política, cumpriria ainda três mandatos como deputado provincial. Aliás, foi o primeiro deputado de Joinville, elegendo-se para a 24ª legislatura, entre os anos de 1882 e 1883 e para a 26ª legislatura, nos anos de 1886/87. No período de 1901 a 1903, cumpriu um terceiro mandato junto ao congresso representativo do Estado, que foi uma espécie de assembléia constituinte.
Em março de 1896, através de decreto assinado pelo então presidente Prudente de Moraes, Hermann August Lepper recebeu a carta patente de "tenente-coronel- comandante da Guarda Nacional", o que elevava o prestígio na comunidade e representava também o endosso ao "coronelismo" de fato que já exercia na vida política, econômica e social da Joinville que, então, se aproximava de seu primeiro meio século de vida, em 1901.



O INDUSTRIAL
Próspero no comércio, líder político e comunitário, Hermann Lepper cuidou de "encaminhar" os filhos. Casado com dona Helena Dorotheia, nascida Trinks, outra das famílias tradicionais da cidade, com ela teve 12 filhos, dos quais três morreram muito cedo. Três filhos homens: Afonso, Leopoldo e Otto, e seis filhas: Hermine, Huerlimann, Sophie, Helena, Margarethe e Gertrudes. A família rapidamente se multiplicou com a chegada de quase duas dúzias de netos. Para os filhos homens, Hermann tratou de "dar futuro", dividindo parte de seu grande patrimônio. Para o mais velho, Afonso, entregou a casa comercial da rua Princesa Isabel e, para os dois mais moços, os demais interesses na Fabril Lepper, fundada em 1907 e na década de 1920 já uma importante indústria de Joinville.
Depois de enriquecer no comércio, entre os anos de 1880 e 1910, inclusive contando com um pequeno engenho de mate em Campo Alegre, Hermann entendeu perfeitamente que o futuro da economia, de Joinville e do Brasil, dependia mesmo da indústria. E foi nela que investiu decididamente, pois, inclusive, havia mandado para a Alemanha o filho Leopoldo, que lá freqüentou curso técnico em tecelagem, na cidade de Hamburgo.
Com equipamentos modestos, a Fabril Lepper por muito tempo foi uma típica "indústria de fundo de quintal", como quase todas as "novas indústrias" que se instalavam em Joinville nessa época. Com os anos, a dedicação e o espírito empreendedor, a Fabril Lepper cresceu, chegando a adquirir certo porte e importância. Depois de 1930, contudo, após a morte de seu fundador, ela estagnou por longas décadas, até ser recuperada, modernizada e ampliada nas mãos de José Henrique Carneiro de Loyola, seu atual presidente, casado com Helga, bisneta de Hermann August Lepper.
Os dois filhos "instalados" no comando da empresa - Otto e Leopoldo - não tinham vocação para o ramo. Um queria ser médico e o outro, professor, de forma que a empresa conheceu anos de desencontro. Além de dois filhos, participavam da direção da empresa dois genros, de forma que a administração ficou ainda mais difícil. O filho mais velho, Afonso, que herdou a casa comercial, da mesma forma não se revelou interessado no negócio, acabando por encerrar, anos mais tarde, suas atividades.


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Nota:
Henrique Loyola foi senador de SC, Secretário de Estado de SC e vice-prefeito de Joinville na gestão 1997-2000 (LHS)
neste restaurante, em uma reunião do PMDB, Loyola decidiu ser canditato a senador por SC na chapa do Governador e senador Casildo Maldaner.
Vencendo as eleições, Loyla assumiu o cargo por alguns meses no SENADO FEDERAL. 
    Períodos Legislativos da Sexta República - 1995-1999
  •  Senador Henrique Loyola
        José Henrique Carneiro de Loyola
        Nascimento: 12/10/1932
        Natural de: Santa Catarina   - SC





       Mandatos
         Senador  -       1996 a 1996
         Senador  -       2000 a 2000
 
Na época de 1997 e 1998 tive a oportunidade de atuar na administração pública de Joinville, como secretário de Turismo,   com este , então, vice-prefeito da cidade de Joinville.
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quarta-feira, 24 de março de 2010

Vereador Cris Bertelli comenta sobre lei do Empreendedor Individual



Informativo Vereador Cris Bertelli


Cris comenta sobre lei do Empreendedor Individual

O vereador Cris Bertelli (PMDB), ocupou na terça-feira (09/03), a tribuna da Câmara Legislativa Municipal para agradecer a aprovação da Regulamentação da nova Lei Federal do Empreendedor Individual no município de Araquari, a qual partiu de sua indicação nº 129/2010.
A Lei Complementar nº 128/08, que passou a vigorar em primeiro de julho, beneficiará 11 milhões de brasileiros. – Esta lei permitirá aos trabalhadores autônomos, que estão na informalidade, com renda de até R$ 36 mil/ano, o ingresso no sistema previdenciário brasileiro como empresário individual, podendo registrar um CNPJ e contar com os benefícios da previdência social-, destaca Cris.
O Parlamentar ressalta que os empreendedores individuais, como os que atuam em pequenos negócios informais, como pipoqueiros, cabeleireiros, pedreiros,  carpinteiros, motoboys, manicures, artesãos, possam se filiar ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Em contrapartida, esses trabalhadores terão direito aos benefícios previdenciários, como auxílios, pensão por morte, salário-maternidade e aposentadoria por idade ou por invalidez, excetuando a aposentadoria por tempo de contribuição. Ao todo, são 170 categorias profissionais previstas na nova lei.
Hoje sabemos que a abertura de uma nova empresa, custa ao pequeno empreendedor, algo em torno de R$ 600. Se este empresário tiver um funcionário registrado, não vai pagar nada para abrir sua empresa. Basta acessar o Site: www.potaldoempreendedor.gov.br, e fazer o cadastro para formalizar sua empresa, lembra o vereador.